1° de Maio de 2020, Sexta-feira – Pascoa: “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.”

3ª Semana da Páscoa 

Leitura: At 9,1-20

A conversão de São Paulo foi um evento tal importante para Igreja que não só mereceu uma festa própria no calendário litúrgico (25 de janeiro), mas na própria Bíblia, o evangelista Lucas contou três vezes a mesma história no seu segundo volume, nos Atos dos Apóstolos. Na primeira vez, o narrador conta a conversão (9,1-18), na segunda (22,1-21) e terceira vez (26,1-23) ouvimos dela num discurso de Paulo, cada um adaptado a seus ouvintes.  A data desta conversão se pode deduzir através das palavras do próprio Paulo em Gl 1,12-17: entre um ano e meio depois da morte e ressurreição de Jesus e doze anos antes do Concílio de Jerusalém (Gl 2,1; At 15), então, aconteceu entre os anos 31 a 36 d.C.

Saulo só respirava ameaças e morte contra os discípulos do Senhor. Ele apresentou-se ao Sumo sacerdote e pediu-lhe cartas de recomendação para as sinagogas de Damasco, a fim de levar presos para Jerusalém os homens e mulheres que encontrasse seguindo o Caminho (vv. 1-2).

A figura de Saulo apareceu já no apedrejamento do diácono Estêvão (7,59; 8,1; cf. 22,10; 26,10) e em seguida na perseguição dos cristãos helenistas em Jerusalém: “devastava a Igreja, entrava nas casas e arrastava para fora homens e mulheres para atirá-los na prisão” (8,3; cf. 22,4.19; 26,10-11; Gl 1,23; 1Cor 15,9; Fl 3,6; 1Tm 1,13).

Saulo era judeu helenista, nascido em Tarso (v. 11; 22,3; na atual Turquia), mas estudou a lei em Jerusalém “aos pés de Gamaliel” (22,3); não aderiu ao conselho do seu mestre (5,34-39), mas tornou-se “zeloso da causa de Deus” (26,5; cf. Rm 10,2; Gl 1,13-14; Fl 3,6; Jo 2,17) de maneira intolerante. Este zelo o leva ao fanatismo e à violência: “Só respirava ameacas e morte contra os discípulos do Senhor” (v. 1; cf. 22,4).

Queria perseguir cristãos também em outras cidades, por onde se espalhava o evangelho (cf. 8,1.4; 9,20; 11,19) e pediu ao sumo sacerdote “cartas de recomendação para as sinagogas de Damasco”, capital da Síria, país vizinho, “a fim de levar presos para Jerusalém os homens e mulheres que encontrasse seguindo o Caminho” (vv. 2-3; cf. 1Mc 15,21). “Caminho” designa a conduta de um indivíduo ou de uma comunidade (cf. Sl 119,1), aqui a comunidade em conformidade com Cristo (cf. 18,25s; 19,9.23; 22,4; 24,14.22; Jo 14,6; Mt 7,13s; 22,16; 1Cor 4,17; 12,31; Hb 9,8; 10,19-22; 2Pd 2,2; cf. Jo 14,6).

Durante a viagem, quando já estava perto de Damasco, Saulo, de repente, viu-se cercado por uma luz que vinha do céu. Caindo por terra, ele ouviu uma voz que lhe dizia: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” Saulo perguntou: “Quem és tu, Senhor?” A voz respondeu: “Eu sou Jesus, a quem tu estás perseguindo. Agora, levanta-te, entra na cidade, e ali te será dito o que deves fazer” (vv. 3-6).

No caminho (!), “de repente, viu-se cercado por uma luz que vinha do céu” (v. 3; cf. 22,7; 26,23; Is 9,1, Lc 2,9). “Caindo por terra” (v. 4; cf. 2Mc 3,27-28; a Bíblia não diz que caiu do cavalo como mostram tantas imagens artísticas), “ele ouviu uma voz que lhe dizia” (em hebraico; cf. 26,14): “Saul, Saul, porque me persegues?” (v. 4; Shaul é hebraico, traduzido em grego para Saulo(s); cf. 1Sm 9,2). Perguntando “Quem és tu, Senhor?”, Paulo reconhece a origem divina da aparição (Lc chama Jesus de “Senhor” desde o início, cf. Lc 1,43; 7,13; 10,1.39.41; 11,39 etc.; At 1,6.21; 2,36; 4,33; 5,14; 7,59; 8,16; 9,1.17.42 etc.; cf. Fl 2,11). Jesus identifica-se com a comunidade perseguida: “Eu sou Jesus, a quem tu estás perseguindo” (v. 5). Ele está presente na comunidade (cf. Mt 18,20; 28,20). Tudo o que se faz aos discípulos por causa do nome de Jesus, é a Jesus a quem se faz (cf. Mt 10,40; 25,40.45). “Eu sou Jesus” soa, em hebraico, parecido com “Eu sou tua salvacão” (Sl 35,3), porque o nome de Jesus significa: “Javé (o Senhor) salva” (cf. Mt 1,21).

Para Saulo-Paulo, esta revelação inverteu seu pensamento. Para um fariseu como ele, Jesus era um falso profeta (cf. Dt 13,2-6; Mc 14,65p), condenado pelo tribunal supremo da lei (sinédrio), e que deveria estar no inferno. No entanto, esta luz e esta voz vieram “do céu”, quer dizer, Jesus está no céu, não era um falso profeta, mas verdadeiramente é o Cristo-messias, Filho de Deus (cf. vv. 20.22). Mais tarde, Paulo tirará suas conclusões: Não estamos salvos pela lei, mas pela fé em Jesus Cristo (cf. Rm 3,21-26 etc.).

A voz continua e manda Paulo ir a Damasco e esperar lá por mais explicação (v. 6; 22,10; em 26,16-18 já envia Paulo para missão), depois se silencia e deixa que atuam duas visões conjugadas.

Os homens que acompanhavam Saulo ficaram mudos de espanto, porque ouviam a voz, mas não viam ninguém. Saulo levantou-se do chão e abriu os olhos, mas não conseguia ver nada. Então pegaram nele pela mão e levaram-no para Damasco. Saulo ficou três dias sem poder ver. E não comeu nem bebeu (vv. 7-9).

Há diferenças na descrição dos acompanhantes de Paulo: em nossa leitura, “ficaram mudos de espanto, porque ouviam a voz, mas não viam ninguém”  (v. 7), em 22,9 ao contário, “viram a luz, mas não ouviram a voz”; em 26,14, junto com Saulo, caem “todos por terra”.

Saulo não podia mais enxergar e foi conduzido pela mão dos companheiros (v. 8; cf. a conversão do inimigo do templo, Heliodor em 2Mc 3, que podia ter servido de modelo para a nossa narração sobre Saulo: envio com um propósito devastador, intervenção divina que o faz cair por terra, conversão do inimigo em amigo). O jejum de três dias serve de preparacão (v. 9; cf. Est 4,16).

Em Damasco, havia um discípulo chamado Ananias. O Senhor o chamou numa visão: “Ananias!” E Ananias respondeu: “Aqui estou, Senhor!” O Senhor lhe disse: “Levanta-te, vai à rua que se chama Direita e procura, na casa de Judas, por um homem de Tarso chamado Saulo. Ele está rezando. E, numa visão, Saulo contemplou um homem chamado Ananias, entrando e impondo-lhe as mãos para que recuperasse a vista”. Ananias respondeu: “Senhor, já ouvi muitos falarem desse homem e do mal que fez aos teus fiéis que estão em Jerusalém. E aqui em Damasco ele tem plenos poderes, recebidos dos sumos sacerdotes, para prender todos os que invocam o teu nome.” Mas o Senhor disse a Ananias: “Vai, porque esse homem é um instrumento que escolhi para anunciar o meu nome aos pagãos, aos reis e ao povo de Israel. Eu vou mostrar-lhe quanto ele deve sofrer por minha causa” (vv. 10-15).

“Em Damásco havia um discípulo chamado Ananias” (v. 10; em 22,12, no seu discurso diante dos judeus enfurecidos, Paulo não apresenta Ananias como discípulo cristão, mas como “homem piedoso e fiel à lei com boa reputação de todos os judeus que aí moravam”).  Numa visão, o Senhor o chama pelo nome e ele responde: “Aqui estou, Senhor!” (cf. Gn 22,1; 46,2; Ex 3,4; 1Sm 3,4). A voz lhe indica o endereço exata da casa onde Saulo se encontra rezando (v. 11) e vendo, numa visão paralela, “um homem chamado Ananias entrando e impondo-lhe as mãos para que recuperasse a vista“ (v. 12). A objeção de Ananias mostra que a comunicacão entre os cristãos era rápida: Ananias já foi alarmado do mal que Saulo fez aos fiéis (lit. “santos, consagrados”, cf. v. 32) em Jerusalém e das suas intenções em Damasco, de “prender todos os que invocam o teu nome (v. 13; cf. v. 21; 2,21; 22,16; 1Cor 1,2; 2Tm 2,22; Fl 2,9-11). Mas o Senhor tranquiliza, “porque este homem é um instrumento que escolhi para anunciar o meu nome aos pagãos” (v. 15; cf. 22,21).

Os At nunca chamam Paulo de “apóstolo” (com exeção de 14,4.14 junto com Barnabé). Apóstolo significa “enviado” , e o próprio Paulo sempre fazia questão de se apresentar com este título em quase todas as suas cartas (Rm 1,1; 1Cor 1,1, 2Cor 1,1; Gl 1,1 etc.;  cf. 1Cor 9,1; 2Cor 11-12), mas Lc reserva este título somente aos Doze (cf. At 1,15-26). Lc escreveu os At por volta de 85 d.C. quando era necessário manter distância de falsos apóstolos que não acompanharam Jesus e ensinavam doutrinas diferentes (cf. 20,29-30; 2Cor 11,4-5; etc.). Para garantir a autenticidade do seu Evangelho (e dos Atos), Lc reservou este título somente aos Doze que “desde o princípio foram testemunhas oculares” (Lc  1,2) do tempo do batismo de Jesus até sua ascensão ao céu (cf. At 1,21s). Para Lc, Paulo é “instrumento escolhido” (v. 15) e “testemunha diante de todos os homens” (22,15). Lc já sabe do sofrimento e do martírio do apóstolo Paulo que aconteceu 20 anos antes (em 65 d.C.). “Eu vou mostrar-lhe quanto ele deve sofrer por minha causa” (v. 16; cf. 21,13; Lc 6,22p; 1Cor 4,9-13; 2Cor 11).

Então Ananias saiu, entrou na casa, e impôs as mãos sobre Saulo, dizendo: “Saulo, meu irmão, o Senhor Jesus, que te apareceu quando vinhas no caminho, ele me mandou aqui para que tu recuperes a vista e fiques cheio do Espírito Santo.” Imediatamente caíram dos olhos de Saulo como que escamas e ele recuperou a vista. Em seguida, Saulo levantou-se e foi batizado. Tendo tomado alimento, sentiu-se reconfortado. Saulo passou alguns dias com os discípulos de Damasco, e logo começou a pregar nas sinagogas, afirmando que Jesus é o Filho de Deus (vv. 17-20).

Ananias fez como o Senhor mandou, e a incorporacão de Saulo na comunidade acontece rapidamente: Ananias saúda Saul(o) como “irmão”, dá a Jesus o título de “Senhor” (cf. v. 5), devolve a vista ao cego (cf. Lc 18,35-43) invertendo a ordem do rito batismal: primeiro invocou o dom do Espírito pela imposicão das mãos, depois administrou o batismo, provavelmente em algum torrente ou rio da cidade (cf. 2Rs 5,12). Passado “alguns dias com os discípulos e logo começou a pregar nas sinagogas afirmando que Jesus é o Filho de Deus” (vv. 19-20).

Aliás, seu nome Saulo continua, não virou Paulo a partir da sua conversão (vv. 22.24.27; 11,25.30; 12,25; 13,2.7; só a partir de 13,9 usa-se “Paulo”). Os país deram-no o nome do primeiro rei de Israel,  “Saul(o)”, porque a familia era da “tribo de Benjamin” (Rm 11,1; Fl 3,5), a mesma do rei Saul (cf. 13,21; depois esta tribo se misturou com a tribo de Judá). Acrescentou-se ao nome hebraico (Saulo) um apelido greco-romano (“Paulo”, significa “pequeno”, talvez tivesse estatura baixa), não só depois da conversão, mas era costume de época (cf. Tomé – Dídimo: Jo 11,16; 20,24; 21,2).

Evangelho: Jo 6,52-59

Ouvimos hoje a conclusão do discurso-diálogo sobre o pão da vida.  A relação do milagre dos pães (vv. 1-15) com a eucaristia é evidente nos quatro evangelhos. Uns peritos acham que a explanação nos vv. 51-59 foi acrescentada ao discurso (vv. 30-50) pela última etapa da redação (que acrescentou também os capítulos 15-18 e 21). Sem dúvida, esta parte tem importância especial porque João não narra a instituição da eucaristia na última ceia, somente o lava-pés (cf. Jo 13); mas a supõe; supre-a com essas palavras que esclarecem o sentido dela.

Os judeus discutiam entre si, dizendo: “Como é que ele pode dar a sua carne a comer?” (v. 52).

Já com v. 51c começou a explicação eucarística, marcada pela palavra “carne”, repetida seis vezes nos vv. 51-56. Jesus é o verdadeiro pão, como palavra de Deus (vv. 32-33) e também através do sacrifício da sua vida na cruz (sua carne e seu sangue). Esta palavra “carne” une a encarnação com a eucaristia. Nós nos alimentamos da Palavra feita carne (1,14).

No evangelho de hoje, o discurso sobre o pão da vida (vv. 31-50) e a prática eucarística da comunidade influenciam-se mutualmente. Carne e sangue significam a totalidade do ser humano (Mt 16,17; 1Cor 15,50). A articulação nestes dois elementos permite o simbolismo do comer e beber. Mas as palavras de Jesus se chocam bastante com as do AT (Antigo Testamento): porque “comer a carne” significa hostilidade destrutiva (Is 9,19; Sl 27,2), canibalismo desesperado (Jr 19,9); ser comida a carne e bebido o sangue é o final macabro dos exércitos de Gog (Ez 39,17-20; Ap 19,18). Por outro lado, consumir o sangue, o fluido da vida, era severamente proibido (Gn 9,4; Lv 17,10-14; Dt 12,16.23 etc.; com base nisso, a seita americana das Testemunhas de Jeová rejeita a transfusão de sangue). Não é de estranhar que o ensinamento de Jesus tenha escandalizado também uns discípulos (vv. 60-61) e aqueles que caem no equívoco de entender materialmente as palavras (ao pé da letra; v. 52).

Então Jesus disse: “Em verdade, em verdade vos digo, se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós” (v. 53).

Ao mal-entendimento da objeção (típico em Jo), Jesus insiste na necessidade da eucaristia para conseguir vida eterna (cf. a necessidade do batismo em 3,5). O pão da vida agora é a “carne do Filho do homem” (v. 53; cf. v. 27; 1,51; 3,14; 5,27; Mc 8,31p; Dn 7,13), e “seu sangue” alude ao seu sacrifício, a morte violenta na cruz, seu efeito expiatório (Lv 17,11). Com o sangue entra agora a segunda espécie eucarística no discurso.

Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue, verdadeira bebida (vv. 54-55).

Jesus se entrega como alimento dessa vida participada do Pai, que agora ele comunica aos fiéis: “Quem come minha carne e bebe meu sangue, tem a vida eterna e eu o ressuscitarei no último dia” (v. 54; cf. vv. 39-40.44; 11,24s).

“Comer e beber” não são atos puramente mentais (como a refeição da sabedoria, cf. Pr 9,1-6), mas a eucaristia é “verdadeira” comida e “verdadeira” bebida (v. 55). O realismo sensível do sacramento (cf. o termo de S. Tomás: transubstanciação) corresponde ao realismo da ressurreição da carne (não só permanência da alma; cf. 5,28).

“Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. Como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo por causa do Pai, assim o que me come viverá por causa de mim. Este é o pão que desceu do céu. Não é como aquele que os vossos pais comeram. Eles morreram. Aquele que come este pão viverá para sempre” (vv. 56-58).

Esta vida divina já está presente naquele que crê e come, mas alcançará sua plenitude na ressurreição. A eucaristia é o meio exemplar da união íntima com Jesus, “estar nele como ele está no Pai”. É o contrário do alimento comum que entra em nós e acaba. Quem come Jesus sacramentado, entra nele e “permanece”, “viverá para sempre” (vv. 56.58; “permanecer” é um verbo típico da última redação em Jo, cf. 1,32s; 15,1-8 etc., 1Jo 2,6.10.14s etc.).

A expressão “eu nele e ele em mim” procura expressar, com mais força do que usando a preposição “com”, esta união íntima e permanente. Explica-o e completa-o a fórmula seguinte “viver por”. Um alimento comum nos dá vida, mas morre em nós, acaba. E ao final, nós morreremos também como o pão “que vossos pais comeram. Eles morreram” (v. 58; cf. vv. 31-32.49-50: os “pais” representam Israel que comeu o maná no deserto, cf. Ex 16). Mas quem come “o pão que desceu do céu … viverá para sempre” (v. 58), porque está em Jesus que morreu também, mas ressuscitou. É como Paulo afirmou sobre o batismo: “Mas, se estamos mortos com Cristo, acreditamos que também viveremos com ele, pois sabemos que Cristo, ressuscitado dos mortos, não morre mais; a morte já não tem poder sobre ele” (Rm 6,8-9).

Assim falou Jesus, ensinando na sinagoga em Cafarnaum (v. 59).

Este discurso de Jesus não é só um diálogo, mas uma homilia pronunciada em Cafarnaum (v. 24) “na sinagoga” (v. 59), assim o evangelista (ou a redação) informa ao final (no meio do diálogo, havia uma lembrança de Jesus falando na sinagoga de Nazaré, cf. vv. 42 com Lc 4,22; Mc 6,3p).

O site da CNBB comenta: Como pode ele dar a sua carne a comer? Como entender que para ter a vida eterna e ressuscitar no último dia é preciso comer a verdadeira comida e beber a verdadeira bebida que são a carne e o sangue de Jesus? Essas verdades se constituem numa realidade absurda para os judeus. Por que? Porque eles não conheceram verdadeiramente quem é Jesus. No mundo de hoje, encontramos muitas pessoas que, como os judeus, não conhecem Jesus e vêem a eucaristia como uma realidade absurda. Precisamos agir como missionários para que essas pessoas conheçam Jesus, se alimentem da verdadeira comida e da verdadeira bebida e vivam para sempre.

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